quarta-feira, 8 de agosto de 2012

ÉTICA E DEVERES

ÉTICA E DEVERES DO PROFESSOR

       Algumas coisas devem ser exigidas pela turma, como boas condições para o aprendizado e assim por diante. Há coisas que podem ser feitas pelos professores e que auxiliarão o sistema:
  • motivar o aluno;
  • estar atento às necessidades do aluno;
  • conhecer razoavelmente o assunto;
  • preparar a aula dentro de suas possibilidades e capacidade;
  • ter objetivos operacionais (tarefas objetivas que o estudante/aluno seja capaz de realizar após a sessão de aprendizado.);
  • em cada encontro procurar transmitir algum conhecimento novo e útil, mesmo que em pequena quantidade;
  • ser justo nas avaliações;
  • respeitar o aluno;
  • acreditar na capacidade do aluno;
  • procurar ser amigo do aluno.
        Um dos aspectos importantes que dizem respeito ao professor é ter flexibilidade para lidar com as dificuldades e deficiências eventuais do aluno, bem como com as eventuais habilidades especiais. O aluno deficiente em algum ponto deve receber atenção especial para se superar, e os superdotados devem ser atendidos em sua especial necessidade para que não sejam castrados ou desencorajados a desenvolverem suas habilidades. Tanto um quanto outro são merecedores de especial atenção, pois para cima ou para baixo, diferem um pouco do grupo. Separá-los não é bom para ninguém, mas deixar de dar-lhes atenção também não é produtivo nem humano.
        Uma das experiências que tenho feito e que se tem revelado positiva é exigir mais dos alunos mais capacitados. Mais de uma vez um desses alunos trouxe-me uma questão bem elaborada e com grau 0,5 (em dois pontos possíveis) e a de um colega com uma resposta menos elaborada e com nota 1,0 ou 1,5. Minha resposta era simples: seu colega tinha se superado e feito o seu melhor, ou o melhor que pode com seu esforço, e merecia a nota. Ele que tivera uma nota menor, a recebera porque podia (tendo em vista suas habilidades) ter feito um trabalho melhor. Essa espécie de "desvio-padrão" servia para incentivar os melhores a não "descansarem" sobre sua facilidade de aprender, exigindo mais deles sem prejudicar o rendimento ou desenvolvimento dos alunos normaise até, eventualmente, temporariamente inferiores em capacidade de rendimento.
(fonte: William Douglas - Como passar em provas e concursos. Editora Impetus. p. 540)

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